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ENERGIA SOLAR

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ENTENDA DE UMA VEZ POR TODAS O QUE É FATOR DE DEMANDA! (FD)


Um fator muito importante que deve ser conhecido por todos os profissionais eletricistas é o Fator de Demanda (FD). É um assunto que ainda causa muitas dúvidas, então leia esse artigo até o final se você quiser entender de vez o seu significado. 





Caso todos os componentes existentes numa instalação fossem dimensionados e considerássemos todas as cargas previstas, os valores seriam muito altos e, consequentemente, haveria um desperdício de dinheiro com material.

A utilizaçáo do fator de demanda é importante para a determinação da instalação de entrada, pois a carga demandada da instalação é referência para a determinação do padráo da entrada de energia a ser utilizada para alimentar a residência.

Uma demanda de consumo mal calculada vai comprometer a demanda de energia fomecida pela concessionária, o que influencia na elevação do custo e que nunca seja utilizada na sua totalidade, ou ainda, uma entrada dimensionada abaixo do padrão subdimensionada pode ocasionar desligamentos por sobrecarga frequente.

Na etapa inicial do projeto, devem ser feitos previsões da quantidade de pontos de consumo de energia, sendo consideradas todas as cargas de iluminação, de tomadas de uso geral e de tomadas de uso específico, já devidamente distribuídas através de seus respectivos circuitos no projeto.

Ao somarmos todas as cargas previstas, obtém-se a carga Instalada, assim:

CI =  Iluminação + TUG's + TUE's

Onde:
- CI = Carga Instalada
- Iluminação = Carga prevista de iluminação
- TUG's = Carga prevista de tomadas de uso geral
- TUE's = Carga prevista de tomadas de uso específico

O fator de demanda (FD) é a relação da potência utilizada com a potência instalada. 

O fator de demanda que o profissional eletricista precisa conhecer é a quantidade de aparelhos elétricos existentes na residência usados simultaneamente (ao mesmo tempo).

Por exemplo, se em um ambiente com 10 tomadas apenas 4 forem utilizadas, seu FD é de 0,4 (4/10) ou 40%. 

Se este valor for próximo de 1, significa que o cliente consegue utilizar simultaneamente toda a sua potência instalada.


EXEMPLO REAL DE COMO ENCONTRAR O FATOR DE DEMANDA

O primeiro passo para encontrar o Fator de Demanda é levantar todas as cargas existentes na residência, ou seja, numerar os equipamentos, dispositivos com suas respectivas potências unitária e total, conforme apresentado na tabela.




Feito o levantamento da carga instalada do local, o próximo passo é encontrar a potência dos equipamentos que serão usados naquele período, chegando assim no valor total dessa potência utilizada. Veja-se a tabela abaixo:




Encontrando-se a potência instalada e a potência utilizada, finalmente o Fator de Demanda é definido, veja-se:




Portanto, o Fator de Demanda (FD) da residência utilizada no exemplo é de 0,69 ou 69% da carga instalada.


Dica: As normas das concessionárias mostram valores médios de FDs que os projetistas utilizam de acordo com a potência instalada, porém vale lembrar que é necessário fazer um levantamento preciso do que será utilizado na unidade consumidora para assim chegar no Fator de Demanda exato para aquela situação.



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SAIBA COMO LER E INTERPRETAR PROJETOS ELÉTRICOS!


Ou você sabe interpretar os projetos elétricos ou está fora do mercado! 

Portanto, leia esse artigo até o fim porque foi feito especialmente pra você não passar mais sufoco na hora de interpretar aquele projeto elétrico que parece ser tão complicado...





LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE PROJETOS


A leitura e a Interpretação de um projeto de Instalações Elétricas estão diretamente ligadas ao conhecimento das simbologias empregadas e das plantas baixas arquitetônicas prediais e residenciais.

Esse conhecimento é muito importante, pois vocé deverá trabalhar sempre com um projeto elétrico que receberá pronto, geralmente feito em computador, independentemente de exercer sua atividade profissional para uma grande empresa de construção civil ou atuar como autónomo, prestando serviços para arquitetos, engenheiros, construtores autónomos, entre outros.

Para facilitar a leitura do projeto, vamos listar os principais itens em um projeto elétrico e seus respectivos símbolos.


1- QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE FORÇA E LUZ (QDFL)

Na planta, que é fornecida pelo cliente, o QDFL e os outros quadros (telefone e medidor), serão representados pela NBR 5444, mostrados no quadro abaixo:



2- CIRCUITOS DE ILUMINAÇÃO

Os próximos itens que o projetista coloca na planta são os pontos de iluminação. Ao localizá-los na planta fornecida, ele considera a área de cada cômodo, o tipo de lâmpada e a posição de instalação. 
À sua disposição, ele tem o seguinte quadro de símbolos indicados pela NBR 5444:



3- INTERRUPTORES

Para interruptores, a lista de símbolos de acordo com a NBR 5444 é mostrada no quadro abaixo:



4- ELETRODUTOS

Após a definição da localização dos interruptores, o projetista indica os eletrodutos utilizados nos circuitos de iluminação. Observe o quadro abaixo:



A norma da ABNT sugere que os eletrodutos com diâmetro superior a 15 mm tenham a medida de seu diâmetro indicada, porém é comum os projetistas indicarem o diâmetro dos eletrodutos em polegadas. Um eletroduto com diâmetro maior irá acomodar um número maior de condutores.

O simples símbolo do eletroduto apenas indica sua posição na planta. Para sabermos o que vai ser colocado dentro dele, ou seja, a quantidade de condutores, função e bitola, é necessário usar símbolos específicos. Eles estão indicados no quadro a seguir:



5- CIRCUITOS DE FORÇA

Veja, a seguir, as indicações para circuitos de força, compostos de condutores e tomadas. 

As tomadas são classificadas em dois tipos:
a) tomada de uso geral, indicada pela sigla TUG;
b) tomada de uso específico, representada pela sigla TUE

A NBR 5444 estabelece os seguintes símbolos para tomadas:



ERROS MAIS COMUNS EM PROJETOS

A desatenção, a inexperiência, o desrespeito e o desconhecimento das normas técnicas e de suas atualizações levam à elaboração de projetos que apresentam erros, às vezes bastante graves e que atrapalham o trabalho do instalador, deixam o cliente insatisfeito e comprometem a segurança do imóvel e de seus usuários.

O que você acharia, por exemplo, de entrar em um cômodo qualquer em sua casa e não conseguir encontrar o interruptor porque ele está escondido atrás da porta? 

Acredite se quiser, existem projetos que apresentam esse tipo de erro. 

Vamos, entáo, listar os erros mais comuns e alguns até graves que os projetistas mais desatentos podem cometer:

a) troca de simbolos: por exemplo, indicar no lugar de uma tomada alta (chuveiro) uma tomada baixa;
b) localização inadequada dos componentes do circuito, como colocar o quadro de distribuição no banheiro, um local de muita umidade e, por isso, impróprio para esse tipo de instalação;
c) ausência de indicação das dimensões dos eletrodutos e respectivos condutores;
d) utilização de símbolos não normalizados sem indicação em legenda apropriada;
e) indicação errada da função do condutor, por exemplo, indicar dois neutros e um terra para ponto do chuveiro;
f) troca de identificação do interruptor em relação à respectiva lâmpada;
g) falta de indicação da alimentação de determinado componente da instalação: por exemplo, não está indicado a que circuito pertence o símbolo da campainha (ausência de eletroduto e respectivo condutor);
h) falta da informação da potência dos componentes da instalação;
i) colocação de tomadas baixas em áreas molhadas.

Para o instalador de sistemas elétricos prediais, é muito importante conhecer esses erros, porque assim ele poderá identificá-los e evitá-los no momento da insalaçào. Basta estar atento!


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APRENDA A USAR DE FORMA CONSCIENTE A ENERGIA ELÉTRICA!


A conservação e o uso racional de energia elétrica em determinado local consistem, basicamente, em utilizar o mínimo de energia elétrica que possibilite a realização de todas as atividades inerentes ao local.

Nesse post você vai ter acesso a uma série de dicas fundamentais sobre o uso racional da energia elétrica.





PRINCIPAIS PROCEDIMENTOS PARA EVITAR O DESPERDÍCIO

  1. A escolha dos processos a serem utilizados para a realização das atividades (por exemplo: iluminação, transporte vertical, refrigeração, produção de vapor, bombeamento de água, preparação de alimentos e aquecimentos de água);
  2. O dimensionamento dos equipamentos elétricos a serem utilizados nos diversos processos (como transfor madores e motores, aparelhos de iluminação);
  3. O dimensionamento dos demais componentes elétricos a serem utilizados na instalação (como cabos, condutos e barras);
  4. Cuidados a serem tomados na execução da instalação;
  5. Regime de funcionamento dos diversos equipamentos;
  6. Manutenção periódica da instalação (incluindo equipamentos).

A conservação e o uso racional de energia elétrica, no tocante à instalação elétrica propriamente dita, começam no projeto, passam pela execução e continuam com a manutenção periódica.

A NBR 5410, que justamente se refere ao projeto, à execução e à manutenção de instalações de baixa tensão, muito embora não seja especificamente uma norma que trate de conservação e uso racional de energia elétrica, tem como um de seus objetivos garantir o bom funcionamento da instalação e apresenta inúmeras prescrições englobando a otimização de desempenho e a redução de perdas, entre elas:

  1. Exigência dos corretos dimensionamentos dos condutores e equipamentos;
  2. Exigência de coordenação entre condutores e dispositivos de proteção contra correntes de sobrecarga, limitando o aquecimento dos condutores e, portanto, reduzindo as perdas;
  3. Exigências do equilíbrio das cargas elétricas, evitando perdas decorrentes do desequilíbrio;
  4. Exigência de instalação de condutores de proteção destinados a provocar a atuação da proteção, eliminando o defeito (e as consequentes perdas) rapidamente;
  5. Exigência (em várias situações) de instalação de dispositivos de proteção a corrente diferencial-residual, que detectam e eliminam as correntes de fuga e de falta para a terra (popularmente conhecido como DRs). 

Sendo assim, pode-se afirmar que a conservação e o uso racional de energia elétrica começa com a observância da NBR 5410 e é completada com outras tedidas específicas de cada caso.



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SAIBA QUAIS SÃO AS CAUSAS DO BAIXO FATOR DE POTÊNCIA!


Antes de realizar investimentos para corrigir o fator de potência de uma instalação, deve-se procurar identificar as causas da sua origem, uma vez que a solução das mesmas pode resultar na correção, ao menos parcial, do fator de potência. A seguir, são apresentadas as principais razões que dão origem a um baixo fator de potência.




NÍVEL DE TENSÃO ACIMA DO NOMINAL

O nível de tensão tem influência negativa sobre o fator de potência das instalações, pois, como se sabe, a potência reativa (kvar) é aproximadamente proporcional ao quadrado da tensão. Assim, no caso dos motores, que são responsáveis por mais de 50% do consumo de energia elétrica na indústria, a potência ativa só depende da carga dele solicitada, e quanto maior for a tensão aplicada nos seus terminais, maior será a quantidade de reativos absorvida e, consequentemente, menor o fator de potência da instalação.

Neste caso, devem ser conduzidos estudos específicos para melhorar os níveis de tensão, utilizando-se uma relação mais adequada de taps dos transformadores ou da tensão nominal dos equipamentos.

MOTORES OPERANDO A VAZIO OU SUPERDIMENSIONADOS

Os motores elétricos de indução consomem praticamente a mesma quantidade de energia reativa quando operando em vazio ou à plena carga. 

Na prática, observa-se que, para motores operando com cargas abaixo de 50% de sua potência nominal, o fator de potência cai bruscamente. Nesses casos, deve-se verificar a possibilidade, por exemplo, de que se substituam os motores por outros de menor potência, com torque de partida mais elevado e mais eficiente.

TRANSFORMADORES A VAZIO OU COM PEQUENAS CARGAS

É comum, nos momentos de baixa carga, encontrar transformadores operando em vazio ou alimentando poucas cargas. Nessas condições, ou quando superdimensionados, eles poderão consumir uma elevada quantidade de reativos.


Essas são as três principais causas que provocam a diminuição do fator de potência em uma instalação elétrica. Antes de partir para a instalação de bancos de capacitores, é extremamente importante uma análise adequada desses itens.


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MOTORES ELÉTRICOS: SAIBA COMO DIMINUIR O DESPERDÍCIO DE ENERGIA NAS INDÚSTRIAS!


Esse assunto é de extrema importância para evitar desperdícios de energia em indústrias, consequentemente havendo uma diminuição considerável no valor da fatura de energia.

Os motores elétricos numa instalação industrial consomem, em média, 75% da energia demandada. 




Por isso, devem ser motivo de avaliações periódicas, para determinar se estão operando na faixa de melhor desempenho. 

Em geral, para motores de potência nominal não superior a 100 cv, são validas as seguintes informações constatadas pelos catálogos dos fabricantes:

  • Quanto maior a sua potência nominal, mais elevado é o seu rendimento máximo;
  • Os motores, em geral, operam com o seu rendimento máximo quando carregados a 75% da sua potência nominal;
  • Os motores que operam com uma taxa de carregamento igual ou inferior a 50% de sua potência nominal, apresentam um rendimento acentuadamente declinante;
  • Os motores que operam com uma taxa de carregamento igual ou superior a 75% de sua po tência nominal apresentam um rendimento próximo a seu rendimento máximo.
A especificação, a utilização e os cuidados com os motores elétricos podem resultar na eliminação ou redução dos desperdícios de energia elétrica, ou seja:

  • Substituir os motores elétricos que operam com carga inferior a 60% de sua capacidade nominal (relação entre a potência útil e a potência nominal);
  • Instalar inversores nos motores elétricos de indução que operam por um longo período de tempo com carga de potência variável, tais como ventiladores, compressores etc;

Para se determinar o potencial de economia de energia elétrica que pode ser obtida na operação dos motores elétricos, existe um cronograma que deve ser seguido.

Avaliação do desperdício de energia elétrica

  • Baixa qualidade da energia fornecida;
  • Dimensionamento inadequado do motor;
  • Tensão elétrica inadequada;
  • Utilização inadequada do motor;
  • Condições operativas inadequadas;
  • Condições dc manutenção inadequadas;
  • Baixo fator de potência do motor;
  • Transmissão motor-máquina desajustada;
  • Temperatura ambiente elevada

Dificuldades de avaliação de desperdícios

  • Dados de catálogos incorretos;
  • Variação de rendimentos entre fabricantes;
  • Rebobinamento dos motores.


Medidas dc combate ao desperdício

Seleção adequada do motor relativamente à:

  • Potência nominal;
  • Regime de funcionamento;
  • Corrente de partida;
  • Queda de tensão na partida;
  • Conjugado de partida;
  • Chave dc partida;
  • Temperatura ambiente;
  • Dimensionamento do circuito de alimentação;
  • Dimensionamento económico dos condutores.


Cuidados com a substituição dos motores

  • Substituição sempre por motores de alto rendimento;
  • Verificação da rotação;
  • Verificação das tensões de placa comparadas com as da rede;
  • Verificação do número de partidas por hora;
  • Regime de funcionamento do motor.
  • Capacidade do condutor de alimentação;
  • Redimensionamento da proteção 

Potencial de economia dos motores

Para se determinar o potencial de economia dos motores elétricos de uma instalação específica, devem se implementar os seguintes procedimentos:

  • Listar os motores de maior potência nominal;
  • Potência nominal;
  • Tensão de operação;
  • Conjugado de partida;
  • Regime de operação;
  • Medir a corrente nas condições normais de trabalho;
  • Analisar a curva de desempenho do motor;
  • Fator de potência;
  • Rendimento para a corrente medida.

Vale lembrar: Motores elétricos na indústria fazem parte apenas de um dos problemas na questão de eficiência energética. 

Aqui mesmo no blog, já foi abordado um outro "vilão" da indústria: A iluminação industrial. (Clique Aqui Para Acessar o Artigo).


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ILUMINAÇÃO INDUSTRIAL? APRENDA COMO REDUZIR O DESPERDÍCIO DE ENERGIA NAS INDÚSTRIAS!



Numa instalação industrial, a iluminação pode ser uma das principais fontes de desperdício de energia elétrica, devido à diversidade de pontos de consumo, ao uso generalizado do serviço e ao frequente emprego de aparelhos de baixa eficiência. 




Para reduzir o desperdício de energia neste segmento, é necessário seguir algumas orientações que serão abordadas a partir de agora. Vamos lá!


MEDIDAS DE IMPLEMENTAÇÃO A CURTO PRAZO
  • Utilizar lâmpadas adequadas para cada tipo de ambiente;
  • Utilizar telhas translúcidas nos galpões industriais onde nào ha necessidade de forro;
  • Deve-se dar preferência ao uso da iluminação natural;
  • Evitar o uso de refratores opacos, como globos, que eleva o índice de absorção dos raios luminosos, em média, de 30%;
  • As luminárias de corpo esmaltado, usadas por longo tempo, devem ser substituídas por luminárias do tipo espelhada, que possuem maior eficiência;
  • A iluminação dos ambientes deve ser desligada sempre que não houver a presença dc pessoas;
  • Usar luminárias cuja geometria construtiva facilite a limpeza de suas partes refletoras;
  • Os difusores das luminárias devem ser substituídos sempre que se tomarem opacos, inibindo a passagem do fluxo luminoso;
  • Nos ambientes bem iluminados, deve-se verificar a possibilidade de acender alternativamente as lâmpadas neles instaladas;
  • Sempre que possível, deve-se utilizar lâmpadas dc maior potência nominal ao invés dc várias lâmpadas de menor potência nominal, pois quanto maior for a capacidade das lâmpadas, maior será o seu rendimento;
  • Evitar o uso de lâmpadas incandescentes; quando usá-las nào empregar lâmpadas de bulbo fosco. É preferível utilizar lâmpadas com bulbo transparente;
  • Em áreas externas, tais como estacionamentos, locais de carga e descarga, etc, 
  • Utilizar, preferencialmente, lâmpadas a vapor de sódio de alta pressão, acionadas por fotocélulas;
  • Utilizar células fotoelétricas ou dispositivo de tempo na iluminação externa;
  • As luminárias devem ser instaladas abaixo das vigas do teto dos ambientes.
  • Os reatores devem ser desligados sempre que forem desativadas as lâmpadas fluorescentes;
  • Utilizar lâmpadas fluorescentes T8 de 16 ou 32 W em substituição às lâmpadas fluorescentes existentes comuns T1O de 20 e 40 W, respectivamente; 
  • As lâmpadas fluorescentes T8 sào adequadas âs luminárias para lâmpadas fluorescentes T10;
  • Em instalações novas, utilizar lâmpadas fluorescentes T5 de 14 ou 28 W que equivalem às lâmpadas fluorescentes T10 de 20 e 40 W. respectivamente. Essas lâmpadas não são adequadas às luminárias para lâmpadas T8;
  • Reduir a iluminação ornamental utilizada em vitrines e placas luminosas;
  • As lâmpadas incandescentes devem ser substituídas por lâmpadas fluorescentes compactas.


Seguindo todas essas dicas, tenha certeza que a conta de energia do seu cliente será reduzida consideravelmente. 

Um bom profissional não é apenas aquele que soluciona algum defeito, mas sim o que tem a capacidade de detectar problemas e propôr uma solução.


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APRENDA A CORRIGIR O FATOR DE POTÊNCIA! RÁPIDO E FÁCIL!


O que é fator de potência?


Fator de potência é um determinado valor que indica o quanto de energia elétrica que é transformada em outras formas de energia. Este número varia de 0 a 1, ou seja, de 0 a 100%. 

É definido pela razão da potência ativa (W) pela potência aparente (VA).

Um fator de potência (FP) igual a 1, indicaria que o aparelho utilizou toda a energia elétrica e a transformaria em algum outro tipo de energia em forma de trabalho.


O que é correção de fator de potência?

Quando uma indústria apresenta um baixo fator de potência, é necessário aumentá-lo, pois um baixo fator de potência acarreta em um maior consumo de energia elétrica, além de provocar um aumento na corrente, causando aquecimento nos condutores e no equipamento. 

Esse procedimento é feito através da instalação de um banco de capacitores no sistema, que tem a função de armazenar a energia reativa gerada pela rede, visto que essa energia é inútil para a indústria, pois é uma energia que não é transformada em trabalho.  




Como corrigir o fator de potência para 0.95?

Para corrigir um fator de potência para 0,95, são necessários seis passos:

  1. Analisar as três últimas contas de energia elétrica da instalação (kwh/mês);
  2. Dessas três contas analisadas, separe a que tem o maior consumo mensal; 
  3. Anote o fator de potência mencionado na conta de energia. Caso não esteja constando na conta, basta entrar em contato com a concessionária de energia para pedir o demonstrativo;
  4. Divida o consumo representativo por 730 horas por mês, para obter a demanda média mensal em kw;
  5. Existe uma tabela padronizada conhecida como Tabela do Fator Multiplicador (Clique Aqui para Baixar a Tabela). Localize o fator de potência original na coluna esquerda da tabela, o fator mencionado na conta de energia representativa. Após isso, analise a coluna da direita, o fator de potência desejado, onde há o fator multiplicador;
  6. O número encontrado pela multiplicação dos valores é a potência reativa (kvar), necessário para a correção do fator de potência desejado.



Exemplo de Cálculo

Corrigir o fator de potência de um motor de trifásico que é de 0,86 para 0,95.

Tensão: 380 V
Potência: 10 CV x 0,736 = 7,36 kW
FP = 0,86
N% = 0,88 (Rendimento)

Consumo Mensal Do Motor (kWh/mês)
kWh/mês = 7,36 kW x 20 horas x 30 dias / 0,88 (N%)
kWh/mês = 5000 kWh/mês

Demanda Mensal do Motor (kW)
kW = 5000 kWh / 730 horas = 6,85 kW

Fator Multiplicador
Como foi dito no Passo 5, existe uma tabela onde há diversos fatores multiplicadores padronizados para a correção do fator de potência.
No lado esquerdo da tabela, consta o fator de potência original do motor, que é de 0,86. Na parte superior, há o fator de potência desejado.
No nosso exemplo, o fator de potência é de 0,86 e o fator de potência desejado é de 0,95, então o fator multiplicador para essa situação é de 0,264.

Dimensionamento do Banco de Capacitores (kVAR)
kVAR = Demanda do Motor (kW) x Fator Multiplicador
kVAR = 6,85 kW x 0,264 = 1,80 KVAr

Obs.: É aconselhável dimensionar o banco de capacitores com uma folga de 25%, a nível de segurança.

kVAR = 1,80 x 1,25 = 2,25 kVAR


O valor do banco de capacitores a ser instalado nessa aplicação é de 2,25 kVAR.


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COMO CALCULAR A ILUMINAÇÃO IDEAL DE UM AMBIENTE (LUX E LUMEN)


Muitas pessoas associam a potência de uma lâmpada com a capacidade de iluminação da mesma, ou seja, elas pensam que quanto maior a potência, maior será a luminosidade. 

Isso está totalmente ERRADO! Por exemplo, uma lâmpada de LED de 10W é muito mais eficiente que uma lâmpada fluorescente de 20W.

Para ser feito um cálculo luminotécnico preciso, é necessário analisar alguns fatores, dentre eles estão os dois que iremos abordar: Lumen e Lux.




LUMEN (LM)

Lumen é a unidade de medida que representa a luminosidade de uma fonte percebido pelo olho humano.
Por exemplo, uma lâmpada LED de 20W tem 2000 lms (lumens).  Essa informação é encontrada na embalagem da lâmpada.


LUX (LX)

Lux é a densidade do fluxo luminoso (lumem) sobre uma determinada área ou superfície (m2).  


Exemplo de cálculo

Qual é a iluminação de uma garagem de 15 m2, onde há uma luminária com 3 lâmpadas LED de 5W, sabendo que cada lâmpada tem 400 Lumens.


Resolução

Primeiro, deve-se ser feito o cálculo do Lux desse ambiente. (lumens / área do ambiente)





Logo após encontrar o resultado, é necessário consultar a NBR 5413 para saber se o valor mínimo para o determinado local foi atingido.





Note que o local é uma GARAGEM, logo a sua iluminância mínima (lux) é de 50 lx.

Dessa forma, podemos dizer que as 3 lâmpadas LED de 5W atendem perfeitamente.


E se for pra saber quais lâmpadas a serem instaladas no local?

Simples, basta inserir o valor da iluminância mínima na fórmula para encontrar o valor dos lumens necessários.



Sendo assim, 2 lâmpadas LED de 5W (2 x 400 lm = 800 lm) já seriam suficientes para atender essa situação.


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ENERGIA SOLAR! O QUE É E COMO FUNCIONA?


É preocupante a situação em que se encontra o fornecimento de energia no Brasil. O país vive uma crise hídrica e quem paga por isso são os consumidores, pagando cada vez mais caro a conta de luz. Mas como lutar contra isso?

O aproveitamento da energia gerada pelo Sol, inesgotável na escala terrestre de tempo, tanto como fonte de calor quanto de luz, é hoje, sem sombra de dúvidas, uma das alternativas energéticas mais promissoras para enfrentarmos os desafios do novo milênio. E quando se fala em energia, deve-se lembrar que o Sol é responsável pela origem de praticamente todas as outras fontes de energia. Em outras palavras, as fontes de energia são, em última instância, derivadas, em sua maioria, da energia do Sol.




Nos últimos anos, um conjunto de fatores tem colaborado para o crescimento da geração de energia solar no Brasil, ou tecnicamente chamada de geração fotovoltaica. Podemos citar alguns desses fatores:

  • Redução do preço dos módulos fotovoltaicos;
  • Incentivo do governo através de financiamentos bancários;
  • Divulgação em massa do assunto através de congressos, seminários, workshops e semelhantes;
  • A preocupação com o meio ambiente, pois trata-se de uma fonte de energia limpa;
  • A grande crise hídrica que o Brasil vive, influenciando diretamente no aumento da conta de energia.
O Brasil tem um enorme potencial para a geração fotovoltaica devido ao alto índice de irradiação solar, inclusive bastante superior aos países líderes de produção, como Alemanha e Espanha, mesmo assim a potência instalada acumulada no Brasil ainda é muito pequena se comparada com as desses países.

BENEFÍCIOS DA ENERGIA SOLAR

  • Sustentabilidade: A energia vem de uma fonte limpa e inesgotável (o sol), não emitindo CO2 para o meio ambiente;
  • Contribuição para o sistema elétrico: Por gerar energia muito próxima ao consumo, a geração solar distribuída contribui para o sistema elétrico;
  • Previsibilidade: A durabilidade dos equipamentos em um sistema de geração fotovoltaico é de 25 anos. Com o aumento da tarifa de energia, a microgeração se torna a melhor alternativa para o consumidor;
  • Manutenção mínima: A própria água da chuva é encarregada pela limpeza das placas solares. Apenas em casos extremos de locais com grande indice de poeira que se faz por necessário uma limpeza mínima com frequência;
  • Economia: Com a geração fotovoltaica, é capaz de ter uma redução de até 95% na fatura de energia.

Existem dois tipos de sistemas de geração fotovoltaica: ON GRID e OFF GRID.


SISTEMA ON GRID


No sistema ON GRID, a energia gerada através do sistema fotovoltaico é injetada na rede, ou seja, o sistema irá gerar a energia diretamente na sua casa e caso haja alguma sobra, é injetada na rede da concessionária, gerando créditos para o consumidor. Não há armazenamento de energia devido à ausência de baterias, pois é um sistema de compensação. 

Resumidamente falando: A geração de energia é abatida no consumo da rede elétrica por mês, caso o consumidor tenha produzido mais do que consumiu, gera créditos para que ele utilize.

A figura abaixo mostra um sistema ON GRID:




SISTEMA OFF GRID


Já os sistemas OFF GRID são independentes da rede elétrica, pois a energia gerada através do sistema fotovoltaico é armazenada em um banco de baterias.

A bateria acumula a energia gerada em momentos de maior geração e menor consumo.

A desvantagem do sistema OFF GRID em relação ao ON GRID é o custo de aquisição, pois o banco de bateriais atualmente ainda custa caro, o que torna o sistema ON GRID o mais utilizado no Brasil.

A figura abaixo mostra um sistema OFF GRID:




Sistemas fotovoltaicos conectados a rede tendem a ser tornar cada vez mais utilizados no Brasil e garantir a qualidade desse sistema é de fundamental importância para os profissionais do setor!


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APRENDA A CALCULAR O SEU CONSUMO DE ENERGIA!


Quer aprender a calcular o consumo diário, mensal ou anual da sua residência? Então presta atenção na dica porque é muuuito fácil!

Você precisa ter em mãos as potências dos aparelhos (em kW) que você tem em sua residência e saber por quanto tempo eles ficam ligados, gerando trabalho e consequentemente consumindo energia.

Por exemplo: Uma lâmpada de 100 Watts fica ligada por 6 horas diariamente, qual é o consumo mensal dessa lâmpada em KWh?

É simples! Basta utilizar a fórmula a seguir:

Consumo = Potência (em kW) x Tempo de Uso x Dias 

Consumo = 0,1 watts x 6 horas × 30 dias
Consumo = 18 kWh


Em um mês, essa lâmpada irá consumir 18 kWh. Simples!
Para calcular o consumo geral da sua residência, basta fazer um levantamento de todos os aparelhos e repetir esse mesmo cálculo, para no final ter o resultado geral.

Mas e como saber o valor a ser pago por esse consumo? É simples! Na sua fatura de energia, constará o valor de cada kWh. Sendo assim, basta multiplicar o valor do consumo do aparelho pelo valor do kWh em reais.

Nessa aplicação, o valor do kWh é de R$ 0,43, sendo assim:

R$ 0,43 x 18 kWh (consumo da lâmpada em um mês) = R$ 7,74

Portanto, o consumo dessa lâmpada será de R$ 7,74 ao mês! 

Agora você pode calcular com exatidão o consumo energético da sua residência! 




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POR QUE A SUA CONTA DE LUZ SÓ AUMENTA?


Você está cansado de ver sua conta de luz aumentar cada vez mais? Afinal, por que isso acontece? Presta atenção que vou te explicar!

Você já ouviu falar em "bandeira tarifária"

Este sistema foi adotado com o objetivo de transparecer para o consumidor o custo de energia elétrica, ou seja, o consumidor sabe quanto é gasto para gerar a energia e este valor é repassado para o mesmo, como também tem o objetivo de contribuir para o uso consciente e eficiente no consumo de energia elétrica. 

Os custos de geração de energia através das hidrelétricas são mais baratos, porém, depende o fator muito importante: o volume de chuva e o nível de água armazenado nos reservatórios, ou seja, o custo adicional, quando é necessário comprar energia das termoelétricas, será repassado para o consumidor final na conta de luz, o que faz com que o consumidor economize energia. 

Mas como funciona esse sistema de bandeira tarifária? A imagem abaixo explica, lembrando que estes valores podem mudar de acordo com a data e critérios adotados pela concessionária de energia. 





O que chama a atenção, negativamente falando, é que já estamos na BANDEIRA VERMELHA PAMATAR 2, ou seja, estamos vivendo uma crise hídrica e pagamos R$ 5,00 a mais na nossa conta de luz para cada 100 kWh de consumo mensal. O custo da energia elétrica sobre mais de 10% ao ano e pelo que estamos vendo atualmente, a tendência é piorar.



"Mas eu posso consumir energia de um outro lugar que não seja da concessionária e reduzir minha conta de luz?" Fique ligado nos próximos posts que irei responder essa pergunta!


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