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ENERGIA SOLAR

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APRENDA A USAR DE FORMA CONSCIENTE A ENERGIA ELÉTRICA!


A conservação e o uso racional de energia elétrica em determinado local consistem, basicamente, em utilizar o mínimo de energia elétrica que possibilite a realização de todas as atividades inerentes ao local.

Nesse post você vai ter acesso a uma série de dicas fundamentais sobre o uso racional da energia elétrica.





PRINCIPAIS PROCEDIMENTOS PARA EVITAR O DESPERDÍCIO

  1. A escolha dos processos a serem utilizados para a realização das atividades (por exemplo: iluminação, transporte vertical, refrigeração, produção de vapor, bombeamento de água, preparação de alimentos e aquecimentos de água);
  2. O dimensionamento dos equipamentos elétricos a serem utilizados nos diversos processos (como transfor madores e motores, aparelhos de iluminação);
  3. O dimensionamento dos demais componentes elétricos a serem utilizados na instalação (como cabos, condutos e barras);
  4. Cuidados a serem tomados na execução da instalação;
  5. Regime de funcionamento dos diversos equipamentos;
  6. Manutenção periódica da instalação (incluindo equipamentos).

A conservação e o uso racional de energia elétrica, no tocante à instalação elétrica propriamente dita, começam no projeto, passam pela execução e continuam com a manutenção periódica.

A NBR 5410, que justamente se refere ao projeto, à execução e à manutenção de instalações de baixa tensão, muito embora não seja especificamente uma norma que trate de conservação e uso racional de energia elétrica, tem como um de seus objetivos garantir o bom funcionamento da instalação e apresenta inúmeras prescrições englobando a otimização de desempenho e a redução de perdas, entre elas:

  1. Exigência dos corretos dimensionamentos dos condutores e equipamentos;
  2. Exigência de coordenação entre condutores e dispositivos de proteção contra correntes de sobrecarga, limitando o aquecimento dos condutores e, portanto, reduzindo as perdas;
  3. Exigências do equilíbrio das cargas elétricas, evitando perdas decorrentes do desequilíbrio;
  4. Exigência de instalação de condutores de proteção destinados a provocar a atuação da proteção, eliminando o defeito (e as consequentes perdas) rapidamente;
  5. Exigência (em várias situações) de instalação de dispositivos de proteção a corrente diferencial-residual, que detectam e eliminam as correntes de fuga e de falta para a terra (popularmente conhecido como DRs). 

Sendo assim, pode-se afirmar que a conservação e o uso racional de energia elétrica começa com a observância da NBR 5410 e é completada com outras tedidas específicas de cada caso.



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POR QUE DEVEMOS UTILIZAR A PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO?


Esse artigo foi feito pra quem ainda tem dúvidas sobre o que é a partida estrela-triângulo e o motivo dela ser tão utilizada na indústria. Então se você ainda sente dificuldades no assunto, leia tudo até ao final com atenção.

O maior problema de um motor elétrico trifásico é a sua corrente de partida, podendo absorver de 6 a 8 vezes o valor da corrente nominal.

A depender da potência, esse pico de corrente pode causar sérios transtornos na rede elétrica e principalmente no motor.

As concessionárias exigem dispositivos auxiliares para a partida, como forma de minimizar tais efeitos de sobrecorrente.

Para o nível de tensão de 220 V, a partida direta pode ser utilizada em motores de até 5 CV. Já em 380 V, é permitido utilizar em motores de até 7,5 CV.

Porém em alguns locais, se houver qualquer deficiência no abastecimento de energia elétrica, esse valor pode ser reduzido drasticamente.

A chave estrela triângulo é uma das soluções para cargas maiores que têm uma elevada corrente de partida.




COMO FUNCIONA A CHAVE ESTRELA-TRIÂNGULO?

A chave estrela-triângulo pode ser manual ou automática.

A utilização dessa chave em um sistema de partida de motores pode reduzir cerca de 30% o valor da corrente de partida caso essa mesma carga fosse acionada através da partida direta.

Ou seja, se o motor absorve cerca de 6 a 8 vezes o valor da sua corrente nominal na partida direta, esse valor seria reduzido a cerca de 2 ou 2,5 vezes utilizando a chave estrela- triângulo.

Em um sistema de partida estrela-triângulo, o motor tem seu fechamento feio em estrela, ou seja, com o maior nível de tensão (geralmente em 380 V). Após um determinado período, cerca de 15 segundos, a comutação é realizada para o fechamento em triângulo (220 V).

Vale lembrar que durante esse curtíssimo período de comutação de estrela para triângulo, a corrente atinge seu pico máximo, porém esse tempo é curto, o que faz com que essa corrente de partida não atinja valores elevados em um maior espaço de tempo como na partida direta.


VANTAGENS E DESVANTAGENS  

Para resumir tudo o que foi abordado até aqui, é possível citar as seguintes vantagens nesse tipo de partida:

  • A corrente de partida chega a ser 30% do valor se comparada com o valor em uma partida direta, reduzindo drasticamente os problemas que podem ser causados por um mau dimensionamento, como aquecimento, falha no funcionamento e até mesmo a queima do motor;
  • Se o valor da partida é reduzido, a bitola dos condutores também será reduzida quase que a nível da corrente nominal do motor;

Porém também há algumas desvantagens, podemos citar:

  • No momento do acionamento do motor, não é possível ter carga devido ao seu torque ser reduzido. Apenas é possível acionar a carga quando houver a comutação de estrela para triângulo (de 380 V para 220 V, por exemplo);
  • Apenas motores do tipo estrela-triângulo podem ser utilizados nessa partida. São motores onde há mais de dois níveis de tensão. 

Dessa forma, podemos concluir que esse tipo de partida é uma das melhores opções para reduzir os terriveis efeitos de uma elevada corrente de partida em motores elétricos.



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SAIBA QUAIS SÃO AS CAUSAS DO BAIXO FATOR DE POTÊNCIA!


Antes de realizar investimentos para corrigir o fator de potência de uma instalação, deve-se procurar identificar as causas da sua origem, uma vez que a solução das mesmas pode resultar na correção, ao menos parcial, do fator de potência. A seguir, são apresentadas as principais razões que dão origem a um baixo fator de potência.




NÍVEL DE TENSÃO ACIMA DO NOMINAL

O nível de tensão tem influência negativa sobre o fator de potência das instalações, pois, como se sabe, a potência reativa (kvar) é aproximadamente proporcional ao quadrado da tensão. Assim, no caso dos motores, que são responsáveis por mais de 50% do consumo de energia elétrica na indústria, a potência ativa só depende da carga dele solicitada, e quanto maior for a tensão aplicada nos seus terminais, maior será a quantidade de reativos absorvida e, consequentemente, menor o fator de potência da instalação.

Neste caso, devem ser conduzidos estudos específicos para melhorar os níveis de tensão, utilizando-se uma relação mais adequada de taps dos transformadores ou da tensão nominal dos equipamentos.

MOTORES OPERANDO A VAZIO OU SUPERDIMENSIONADOS

Os motores elétricos de indução consomem praticamente a mesma quantidade de energia reativa quando operando em vazio ou à plena carga. 

Na prática, observa-se que, para motores operando com cargas abaixo de 50% de sua potência nominal, o fator de potência cai bruscamente. Nesses casos, deve-se verificar a possibilidade, por exemplo, de que se substituam os motores por outros de menor potência, com torque de partida mais elevado e mais eficiente.

TRANSFORMADORES A VAZIO OU COM PEQUENAS CARGAS

É comum, nos momentos de baixa carga, encontrar transformadores operando em vazio ou alimentando poucas cargas. Nessas condições, ou quando superdimensionados, eles poderão consumir uma elevada quantidade de reativos.


Essas são as três principais causas que provocam a diminuição do fator de potência em uma instalação elétrica. Antes de partir para a instalação de bancos de capacitores, é extremamente importante uma análise adequada desses itens.


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VOCÊ PRECISA APRENDER A NEGOCIAR E A FECHAR MAIS SERVIÇOS!


Você pode ser um ótimo profissional tecnicamente falando, mas se você não souber como negociar com o seu cliente, pode esquecer! 

É provável que seu concorrente consiga fechar o serviço e até mesmo por um preço maior... 

Isso já aconteceu com você? Ainda acontece? Eu tenho uma boa notícia pra te dar, então leia tudo com atenção que eu tenho certeza que irei te ajudar a resolver esse problema.





Muitas pessoas acreditam que vendedor é aquele cara chato, que fica te enchendo o saco e empurrando produto para você comprar.

Pode até existir esse tipo de vendedor, mas se você não souber o mínimo de vendas, você nunca irá destacar contra os seus concorrentes.

Quando eu falo em vendas, eu falo em saber vender sua imagem, vender seu produto ou seu serviço.

Principalmente se você for autônomo, aí é que você precisa ser bom em vendas e fazer o seu cliente comprar a sua ideia.

A boa notícia que citei lá no início do texto é: Você pode se tornar um bom vendedor mesmo achando que não sabe vender.

Por que será que alguns profissionais conseguem decolar na carreira e outros não? Já parou pra pensar nisso?

É pelo simples fato de que eles aprenderam algo além do que fora ensinado em seu curso, em sua faculdade, no que seja.

Esses profissionais aprenderam a arte da negociação e hoje se destacam, enquanto muitos reclamam da crise ou colocam desculpa em outros fatores.


"EU NÃO SEI NEGOCIAR, EU NÃO SEI VENDER, EU FICO NERVOSO NA HORA DE FALAR O MEU PREÇO, O QUE EU FAÇO?"

É comum ver pessoas falando que pra vender algo, é necessário ter dom. Bom, isso não é verdade e eu vou te dizer o porquê.

Vendas nada mais são que técnicas aplicadas por um profissional cujo o objetivo é fazer outra pessoa comprar o que ele tem a oferecer.

Eu achava que a  culpa de eu não conseguir serviços era simplesmente da crise, do governo, da falta de mercado, até enxergar que a culpa era minha por não saber vender essa minha imagem.

E pior, algumas vezes eu me sentava com um cliente e perdia o serviço por não saber mostrar a ele o quão bom era o meu trabalho.

Então, resolvi me aprofundar na arte das vendas e das negociações e hoje me sinto altamente capacitado para fechar qualquer negócio com qualquer cliente.

Atualmente, estou decolando cada vez na minha carreira e me sinto na obrigação de ajudar vocês, profissionais, a seguirem o mesmo caminho.

Então, pensando nisso, eu estou produzindo um CURSO DE TÉCNICAS DE VENDAS E NEGOCIAÇÕES PARA ENGENHEIROS, TÉCNICOS E ELETRICISTAS, onde eu pretendo ensinar desde o momento do primeiro contato com o cliente até o fechamento do serviço.

Serão poucas vagas, pois pretendo dar atenção máxima a quem se inscrever primeiro, então se você quiser fazer parte, clica na imagem abaixo para ser avisado quando a turma for aberta.




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TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE QUADROS DE DISTRIBUIÇÃO!


Se ainda existir alguma dúvida em sua cabeça sobre quadros de distribuição (QDs), após a leitura desse artigo não existirá mais. Então leia tudo com atenção pra virar um expert no assunto!

Quadro de Distribuição, ou QD, é o local onde se concentra a distribuição de toda a instalação elétrica, ou seja, onde se instalam os dispositivos de proteção, manobra e comando. 




Recebe os condutores do ponto de entrada (ramal de alimentação) que vêm do medidor ou centro de medição.

Dele também partem os circuitos terminais (pontos de utilização) que alimentam as diversas cargas da instalação (lâmpadas, tomadas, chuveiros, torneira elétrica, condicionador de ar, etc).


Itens Considerados Na Sua Montagem

  • Acessibilidade: "odos os componentes instalados no quadro de distribuição devem facilitar sua operação, inspeção, manutenção e acesso as suas conexões. O acesso não deve ser muito reduzido pela montagem dos componentes;
  • Identificação dos componentes: Placas, etiquetas e outros meios adequados de identificação devem permitir identificar a finalidade dos dispositivos de comando, manobras eou proteção, de forma clara, e de tal forma que a correspondência entre componentes e respectivos circuitos possa ser prontamente reconhecida, evitando qualquer tipo de confusão. Se a atuação de um dispositivo de comando, manobra eou proteção não puder ser observada pelo operador e disso puder resultar perigo, deve ser provida alguma sinalização à vista do operador;
  • Independência dos componentes: Os componentes devem ser escolhidos e dispostos de modo a impedir qualquer influência prejudicial entre as instalações elétricas e não-elétricas, bem como entre as instalações elétricas de energia e de sinal da edificação;
  • Componentes fixados na porta: Quando houver componentes instalados nas portas ou tampas no QD,tais como condutores e instrumentos, devem ser dispostos de tal forma que os movimentos das portas ou tampas não possam causar danos aos condutores;
  • Espaço reserva: Deve-se prever o espaço reserva para instalações futuras, conforme tabela seguinte:


Partes Componentes De Um Quadro De Distribuição

  • Dispositivos de proteção: disjuntores termomagnéticos (DTM), disjuntores ou interruptores diferenciais (DR) e dispositivos de proteção contra surtos (DFS);
  • Barramentos de interligação das fases;
  • Barramento de neutro;
  • Barramento de proteção (terra);
  • Estrutura: composta de caixa metálica ou de PVC, chapa de montagem dos componentes, isoladores, tampa (espelho) e porta com dobradiça.

Localização Do Quadro De Distribuição (QD)

O quadro de distribuição deve ser instalado, observando-se os seguintes critérios:

  • Em locais de fácil acesso de tal forma que possibilite a maior funcionalidade possível da instalação e, ainda, ser providos de identificação do lado externo, legível e não facilmente removível;
  • Proximidade geométrica das cargas, possibilitando uma simetria entre as cargas da instalação;
  • Os quadros de distribuição devem estar próximos aos centros de carga da instalação (centro de carga é definido como o ponto ou região onde se verifica a maior concentração de potência);
  • A instalação dos quadros deve ser feita em locais seguros, não permitindo o acesso de terceiros. Cuidar para que eles não sejam submetidos a choques mecânicos.
O QD não deve ser instalado, em hipótese alguma, em locais onde, em determinados períodos, haja a possibilidade de estarem fechados com chave, como por exemplo: porões, quartos, sótãos e depósitos.


Tipos de QDs

Existem dois tipos de QDs que são escolhidos de forma prática, de acordo com o tipo de instalação onde serão utilizados.

O primeiro é utilizado basicamente em instalações residenciais devido à potência instalada ser menor.

A imagem a seguir mostra todo o esquema de um QD monofásico:



O outro tipo de QD é mais utilizado no setor industrial, comercial, em condomínios e em locais onde há uma potência instalada mais elevada.

Diferentemente do QD mostrado anteriormente, as conexões não são feitas através de fios, mas sim através de um barramento de cobre.

A imagem a seguir mostra todo o esquema de um QD bifásico, utilizando o barramento de cobre:




É extremamente importante saber como instalar um QD e todos esses itens descritos devem ser respeitados fielmente, pois é a partir dele que tudo começa dentro de uma instalação, seja no quesito segurança quanto no maior aproveitamento possível da energia elétrica.


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